quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sleepwalker PaperCuts: Quero que saibasuma coisa.Sabes como é:se olho...

Ler é bom mas ouvir da boca do génio é uma delícia que poucos provam... e eu provei! Provei e senti, porque as palavras soaram doces nos meus ouvidos, amargas na minha alma, frias na minha pele e quentes no meu coração... Toca no fundo do ser de quem, sem ser especial, já sentiu e sabe como dói.. no final da história.. na memória.. Só quem sente o que diz, escreve e sabe cativar o olhar no escuro e foi isso que aconteceu.. Do escuro da minha alma todo um sentimento reviveu ao ouvir o entoar destas palavras...
Simplesmente...
love it*

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Mais do mesmo, sempre mais...

E se um dia olhássemos para o lado e víssemos uma pessoa maravilhosa a dormir contra o nosso ombro, em nossa casa, no nosso sofá. Uma pessoa que já conhecemos à algum tempo e que por acaso até tem um compromisso de amor connosco. E se um dia assim do nada, nos apaixonássemos por alguém pelo qual já nos considerávamos apaixonados. Pois é, isto acontece... e não é exagero. Dei por mim a olhar para o meu namorado, adormecido no meu ombro com baba a deslizar dos lábios e uma remelita no olho, despenteado e com a barba por fazer... E era como se fosse amor à primeira vista. Uma primeira vista que é de longe a primeira. Não sei como acontece, mas é real e maravilhoso, apaixonarmo-nos todos os dias pela mesma pessoa, beijarmos os mesmos lábios uma vida inteira e mesmo assim ser sempre especial. Todos os dias o amo de maneira diferente, nem sempre um pouco mais, mas sempre demais... todos os dias penso que é um sonho e que aquela pessoa não será minha para sempre... É estranho pensar que alguém pode gostar de nós assim e admirar cada defeito nosso como se fosse uma obra de arte. É estranho imaginar alguém a apaixonar-se por nós com um olhar. Mas esse olhar é real, e não tem de ser o primeiro. Todos os dias penso em como o meu amar de ontem era vago, e como o de hoje é forte e imenso. É estranho pensar assim, duvidar do nosso "limite de amar". Será que existe? Não sei... Mas sei que o amo... Agora, e sempre...